Pampas Safari: parque consegue autorização e mata 300 cervos que não tinham mais utilidade

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Pampas Safari: parque consegue autorização e mata 300 cervos que não tinham mais utilidade

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O caso do Pampas Safari, um parque gaúcho que fechou e deixou centenas de animais sem destino, gerou muita polêmica em 2017 (relembre aqui). Por problemas sanitários, o IBAMA fechou o local em 2016 e os proprietários tinham a intenção desde o início de abater os animais que antes eram explorados para gerar renda com ingressos.

Uma briga judicial entre ativistas que defendem os animais e os donos do parque interditado se arrastou até o fim de 2018. Entre os dias 30 de novembro e 12 de dezembro, após conseguirem derrubar duas liminares que impediam o abate dos mais de 300 cervos do parque, os donos do local mataram todos eles.

O parque fica em Gravataí, mas os animais foram mortos em Santa Maria do Herval, cerca de 60 km distante de onde eles estavam. Eles foram assassinados em etapas em um frigorífico, passando pelos mesmos procedimentos que bois. Primeiro, receberam um tiro na cabeça com uma pistola pneumática. Depois, um a um, tiveram suas gargantas cortadas.

A carne e outros restos dos cervos foram destinados à graxaria, área do frigorífico na qual são feitas as gorduras que servem de base para sabonetes de uso humano e outros itens.

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