Para fugir da morte, bode se abriga em casa de moradora de Ubatuba-SP e é adotado por ela

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Para fugir da morte, bode se abriga em casa de moradora de Ubatuba-SP e é adotado por ela

A história mais linda que você vai ver hoje.


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Imagine você levantar para ir ao banheiro à meia-noite e dar de cara com um bode assustado ao lado do seu vaso sanitário. Foi exatamente o que aconteceu com Silvana Cordeiro, moradora de Perequê-Mirim, em Ubatuba, litoral de São Paulo.

Sem entender bem o que tinha acontecido, ela publicou o curioso caso no Facebook (veja aqui) e conseguiu encontrar o dono do animal. Entre o bodinho ter entrado em seu banheiro e a chegada do dono dele, Silvana pegou uma amizade com o bode. Mesmo assim, ela decidiu devolvê-lo. Quando o homem chegou, porém, ela ficou com um nó na garganta. “Um homem simples, humilde, da roça, quando chegou no meu portão disse na maior naturalidade: ‘matei o outro e só não matei esse ainda porque está magro, mas vou engordar para vender a carne’” – contou Silvana.

O bodinho não queria ir com o homem de jeito nenhum e se arrastava para ficar, mas foi levado. No primeiro descuido, ele voltou correndo para a casa de Silvana. “Ele não queria morrer e eu não podia deixar. Então, decidi comprar.” – disse a tutora do bodinho.

Silvana está na fase final do enfrentamento de um câncer no ovário e estava juntando um dinheiro para comprar uma peruca. Mas a situação do bodinho a tocou de tal forma que ela deu o dinheiro que estava guardando como entrada no animal. “Ele disse que queria 250 reais, mas eu só tinha 180 reais. Sugeri parcelar, ele aceitou. Logo termino de pagar o bodinho.” – disse Silvana, que é mãe de 6 filhos e vive em um bairro simples.

Felizmente, ela já recebeu doação de várias perucas de pessoas que se comoveram com a história. “Estou muito feliz, ele me trouxe sorte! O bode não queria morrer, eu lutei tanto pra não morrer, não é justo deixá-lo morrer assim.” – disse.

O bodinho virou membro da família e já está acostumado com outros animais resgatados que Silvana tem em casa. O nome dele não poderia ser mais apropriado: Meia-noite.

Atualmente, Silvana e Meia-noite fazem companhia um ao outro nas caminhadas por Ubatuba, lado a lado. Ele não sai de perto dela. Nem ela sai de perto dele.

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