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Rússia 2018: ativistas russos denunciam massacre de cães para ‘limpar’ as ruas para os turistas

Crueldade.


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Se no Brasil a luta de ativistas por uma legislação que proteja os animais é difícil, na Rússia ela é quase impossível. Ativistas do país que sediará a Copa do Mundo deste ano denunciam um massacre de cães em situação de rua em todas as cidades-sede que abrigarão os jogos.

Segundo os ativistas, que mantém uma página no Instagram (veja aqui) e um grupo no Facebook (veja aqui), o governo de seu país contratou empresas especializadas em pragas para matar cachorros que não têm tutor e que estão na rua. Tiros e envenenamento são os métodos mais comuns para a realização do trabalho, segundo documentos das próprias empresas contratadas.

Os ativistas russos acusam o governo de ter repassado cerca de R$ 7 milhões para as prefeituras das cidades-sede acabarem com os animais que vivem nas ruas. Tudo para que os milhões de turistas que chegarão à Rússia nos próximos dias fiquem mais confortáveis.

Há uma petição com quase 2 milhões de assinaturas (assine aqui), solicitando que o governo russo pare com o massacre.

O caso foi destaque de uma matéria especial do UOL Esporte (leia aqui) e de outra do jornal El País (veja aqui).

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