Um ano depois, ativistas voltam ao prédio onde funcionava o Instituto Royal

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Um ano depois, ativistas voltam ao prédio onde funcionava o Instituto Royal

Maior caso de resgate de animais já realizado no Brasil.


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Neste sábado (18), o resgate do Instituto Royal, maior caso de resgate de animais já realizado no Brasil, completa um ano. No dia 12 de outubro de 2013, um sábado, alguns ativistas se acorrentaram aos portões daquele que, uma semana depois, se tornaria o laboratório de testes em animais mais famoso do país.

Dois dias depois, uma segunda-feira, o Vista-se começou a divulgar informações sobre o que estava acontecendo (relembre aqui). “Em greve de fome, ativistas afirmam ir até as últimas consequências caso não sejam atendidos.” – dizia a chamada interna da matéria. De fato, eles estavam falando sério.

Naquela semana, o caso tomou grandes proporções, alcançando a grande mídia e atraindo centenas de pessoas ao local. Na madrugada do dia 18 de outubro de 2013, uma sexta-feira, pessoas de diversas cidades estavam em frente ao Instituto Royal, que ficava na cidade de São Roque (70 km de São Paulo). A pressão aumentou até que a população entrou no prédio. O resto da história todos nós sabemos. Na ocasião, o Vista-se estreou uma página com informações ao vivo sobre o caso que foi fundamental para pautar grandes veículos sobre o que estava acontecendo (relembre aqui).

Na semana em que a ação completou um ano, alguns ativistas voltaram ao local e encontraram o prédio vazio, abandonado. Até hoje a polícia ainda não concluiu as investigações sobre a invasão do prédio e sobre os crimes de maus-tratos aos animais.

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