Pampas Safari: donos pretendiam matar animais saudáveis e vender a carne para restaurantes

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Pampas Safari: donos pretendiam matar animais saudáveis e vender a carne para restaurantes

É o que revela uma reportagem da Rede Globo local.


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Uma reportagem da RBS TV, afiliada local da Rede Globo, revelou que o parque Pampas Safari pediu há alguns meses autorização ao IBAMA para matar todos os cervos porque havia, segundo eles, confirmação de alguns casos de tuberculose.

O documento solicitado incluiria a autorização para vender a carne daqueles animais que não estivessem doentes, o que comprova que o parque sabia que não são todos os animais que têm tuberculose – se é que algum realmente tem.

Na ocasião, o IBAMA negou dar a autorização e pediu para que o Pampas Safari fizesse exames em todos os mais de 300 cervos para que os que fossem considerados saudáveis pudessem ser encaminhados para algum outro parque, já que o Pampas Safari estava fechando as portas.

Os donos do parque, que por 40 anos faturaram com os ingressos que os visitantes pagavam para ingressar no parque e ver os animais, alegaram que não tinham condições de examinar todos os animais. O parque disse que faria os exames apenas depois que todos estivessem mortos para atestar a qualidade da carne. Esse tipo de exame, depois da morte, seria mais barato.

O caso foi se arrastando e, nos últimos dias, a solução encontrada pelo IBAMA diante da situação foi matar todos os animais e acabar com o caso. A justiça gaúcha, atendendo a um pedido da deputada estadual Regina Becker, proibiu nessa quinta-feira (24) temporariamente que qualquer animal seja morto.

A Fundação Municipal do Meio Ambiente (FMMA), órgão ligado à prefeitura de Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre, cidade onde o parque está localizado, também proibiu qualquer abate, pelo menos até que as coisas se esclareçam.

Ainda segundo a reportagem da RBS TV, que você confere no vídeo abaixo, já se sabe que pelo menos 18 animais chegaram a ser mortos enquanto se discutia o que fazer com eles.

Acompanhe tudo que já publicamos sobre este caso (acesse aqui).

Assista ao vídeo | YouTube

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